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Destaques

A cultura dos dupes está fora de controle?

 A cultura dos “ dupes ” — produtos que imitam itens de luxo a preços mais acessíveis — tem ganhado destaque nos últimos anos, especialmente entre as gerações mais jovens. A ampla disponibilidade e aceitação dos “dupes” abriu o acesso a produtos e tendências para públicos mais amplos … e isso afeta diretamente os designers independentes e outros fatores importantes para indústria de criativos. A Ascensão dos Dupes Impulsionados por plataformas como TikTok , os “dupes” tornaram-se populares ao oferecerem alternativas acessíveis a produtos de luxo. A hashtag #dupe acumula centenas de milhares de conteúdos , evidenciando a amplitude desse fenômeno.   Impacto na Indústria da Moda Embora os “dupes” democratizem o acesso a tendências, eles também levantam preocupações significativas: • Sustentabilidade e Qualidade:  A produção em massa de “dupes” pode contribuir para práticas de “moda rápida”, conhecidas por impactos ambientais negativos e qualidade inferior dos produto...

Retalho brasileiro em alta

Fonte:portugaltextil.com

O comércio a retalho no Brasil iniciou 2010 com um crescimento homólogo de 12,3%. As vendas de Janeiro também cresceram, 3%, face ao último mês de 2009. Segundos os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, este foi o maior crescimento homólogo desde Janeiro de 2008.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE), o comércio a retalho no Brasil registou um crescimento homólogo de 13% no primeiro mês de 2010. Face a Dezembro do ano passado o crescimento foi de 3%. Este resultado representa o máximo histórico do indicador que mede a variação mensal das vendas a retalho desde que estas começaram a ser medidas em Janeiro de 2000 e demonstra a vitalidade da economia brasileira.
Os analistas esperavam um crescimento de 8% na variação homóloga e de 1,4% na variação mensal pelo que a divulgação dos resultados pelo IGBE acabou por constituir mais uma boa notícia para a economia brasileira.
Segundo o economista responsável por este indicadores no Instituto Brasileiro, Reinaldo Pereira, o crescimento homólogo das vendas realizadas em Janeiro no comércio a retalho foi o maior desde Julho de 2008, quando o crescimento se cifrou nos 11,3%, meses, valor registado antes de se instalar crise financeira que abalou a economia mundial.
Para o IBGE, os dados de Janeiro reflectem um cenário muito mais amplo que tem vindo a ganhar consistência desde o início do ano passado. Ao longo de 2009, o mercado interno brasileiro foi-se fortalecendo gradualmente e, beneficiando dum espectro alargado de factores como o crescimento da massa salarial, o bom desempenho do mercado laboral e os incentivos fiscais ao consumo, amenizou os efeitos da crise económica internacional. «Sabemos muito bem que quem segurou o Brasil durante a crise foi o mercado interno. Não fosse esse bom desempenho e o país teria passado pela crise económica em condições muito piores», referiu o responsável da análise. Depreende-se das declarações do IGBE e dos dados anteriores que o crescimento de dois dígitos registado em Janeiro não é um acontecimento pontual, mas apenas mais um sinal de que a economia brasileira está com uma vitalidade que permite encarar os tempos mais próximos com optimismo próprio de quem enfrenta uma conjuntura bastante favorável.

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