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Destaques

A cultura dos dupes está fora de controle?

 A cultura dos “ dupes ” — produtos que imitam itens de luxo a preços mais acessíveis — tem ganhado destaque nos últimos anos, especialmente entre as gerações mais jovens. A ampla disponibilidade e aceitação dos “dupes” abriu o acesso a produtos e tendências para públicos mais amplos … e isso afeta diretamente os designers independentes e outros fatores importantes para indústria de criativos. A Ascensão dos Dupes Impulsionados por plataformas como TikTok , os “dupes” tornaram-se populares ao oferecerem alternativas acessíveis a produtos de luxo. A hashtag #dupe acumula centenas de milhares de conteúdos , evidenciando a amplitude desse fenômeno.   Impacto na Indústria da Moda Embora os “dupes” democratizem o acesso a tendências, eles também levantam preocupações significativas: • Sustentabilidade e Qualidade:  A produção em massa de “dupes” pode contribuir para práticas de “moda rápida”, conhecidas por impactos ambientais negativos e qualidade inferior dos produto...

Uma top para um ex–boia-fria

Assim começa a matéria da revista Exame de 24/03.


Você pode imaginar de quem estamos falando? Nem todo mundo tem interesse ou sabe do real bastidores dos nomes que hoje ainda fazem nome no Brasil...
O paulista Marco Franzato trabalhou em fazendas até a adolescência. Com o dinheiro de um Monza usado fez a Morena Rosa, uma das marcas de roupas femininas que mais crescem no país.
A inglesa Naomi Campbell e o paulista Marco Franzato sempre habitaram universos opostos.
Nós anos 80, enquanto a modelo iniciava carreira no glamouroso universo das passarelas européias, Franzatto trabalhava como boia-fria em fazendas de café em Cianorte, no interior do Paraná. Na década seguinte, Naomi deslanchou na carreira tornando-se uma das tops mais bem pagas do mundo, ao lado de Cindy Crawford e Linda Evangelista. À sua maneira, Franzato também prosperou – começou a trabalhar na área de contabilidade de uma pequena fabricante local de balas e doces.
Até que, sem perspectivas de subir na carreira, resolveu abrir a própria empresa ao lado da mulher e de dois cunhados (todos com a mesmaparticipação acionária). Em 1993, com o dinheira da venda de um Monza usado e apenas quatro máquinas de costura, começou a produzir as primeiras peças com a etiqueta Morena Rosa. Passados 17 anos, finalmente os caminhos de Naomi e Franzato se cruzaram em janeiro deste ano – Mais precisamente num galpão da Vila Leopoldina, bairro da zona Oeste de São Paulo.
A modelo estava lá para fotografar a nova campanha da Morena Rosa, após três árduos anos de negociações e em troca de um cachê estimado de 1 milhão de reais. “Ter uma grande top como a Naomi para representar nossa marca era questão de honra”. Diz Franzato, de 51 anos. “Precisávamos mostrar que competimos de igual para igual com marcas mais tradicionais.”


O que é Morena Rosa:
Fundação Abril 1993
Presidente O paulista Marco Antonio Frazato, de 51 anos
Sede Cianorte, no interior do Paraná
Faturamento 200 milhoes de reais em 2009
Lojas Está presente em 1600 multimarcas em todo o país e tem uma loja própria em Balneário Camboriú, em Santa Catarina
Produção 1,6 milhão de peças por ano, todas desenhadas com a ajuda da mulher de Frazato, Valdete.

Saiba mais na revista Exame Edião 964 de 24/03 pag 56-58.

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